quinta-feira, 30 de setembro de 2010

RECORDAR TAMBÉM É VIVER

Páginas de histórias verdadeiras vividas por colegas, professores e tutores do PEAD. Pedacinhos de dias que se foram. Momentos de vida: alegres, tristes corriqueiros, engraçados, duvidosos, produtivos... Momentos que ficarão para sempre na lembrança de quem viveu e que agora, neste último semestre recordamos com satisfação e saudade.
 Lembro bem quando a colega Adriana motivou-me para prestar o vestibular da UFRGS. Era tudo o que eu sonhava; cursar uma faculdade. Consegui uma vaga e estava consciente que iria encontrar alguns obstáculos. Ao mesmo tempo, tinha certeza que o aprendizado, o crescimento pessoal e profissional seria superior as dificuldades encontradas.
Ingressei no Pead em 2007/1, sabia muito pouco lidar com as ferramentas tecnológicas. A primeira aula no laboratório de informática parecia algo de outro mundo. Eis aqui, a minha primeira postagem no blog :

Oi!! Eu sou a Rosilaine e moro em Ivoti. Estou muito feliz pela oportunidade de fazer parte deste grupo maravilhoso. Espero que juntos possamos adquirir novos conhecimentos, fortalecer laços de amizade, coleguismo e companheirismo. Como disse Kabir Kabir, "Onde quer que você esteja, este é o ponto de partida." E assim, este é o meu ponto de partida, inicio aqui uma nova caminhada.”

Hoje, me surpreendi e me emocionei com o que li. No mesmo instante percebi o quanto evolui intelectualmente, profissionalmente, pessoalmente e como estudante deste curso. Fazer o resgate das aprendizagens é valorizar todas as conquistas alcançadas, recordar, viver, valorizar e ser feliz!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO

 As tecnologias não devem ser usadas nas atividades escolares simplesmente por estarem em evidência. É fundamental utilizá-las de modo significativo e pertinente, elas devem trazer vantagens motivar e despertar o interesse pela uso dessas ferramentas. O uso adequado das tecnologias no ambiente escolar requer cuidado e atenção por parte do professor para avaliar o que vai ser usado e reconhecer o que pode ou não ser útil para facilitar a aprendizagem de seus alunos, tornando-os críticos, cooperativos e pensantes.Na segunda visita que recebi da Supervisora e da Tutora do Estágio Curricular Supervisionado, conversamos sobre o uso das tecnologias na escola, e principalmente, nas aulas. Com a minha turma, criei um blog para que cada grupo dos Projetos de Aprendizagem pudesse registrar suas aprendizagens sobre os assuntos pesquisados. No entanto, não consegui alcançar os objetivos desejados. Várias semanas a internet estava lenta e nem foi possível acessar o blog, os alunos desmotivaram-se e perderam o interesse por esta ferramenta.Propus então, pesquisar no Google Earth digitar pequenos textos para aprender a usar o teclado, criar e-mail, usar o data show, a TV, DVD, máquina digital, a impressora, pesquisar em sites, salvar e imprimir imagens, encontrar vídeos e músicas. Eles gostaram e se interessaram pois era do interesse deles.Dessa forma, conseguimos usufruir essas ferramentas de acordo com os objetivos e com os conteúdos propostos, articulando tecnologia com situações pedagógicas promovendo a aprendizagem.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

AVALIAÇÃO ESCOLAR

Foi a partir do segundo semestre de 2009, que a comunidade escolar passou a repensar o sistema de avaliação da escola. A avaliação de forma contínua e cumulativa deveria acompanhar, analisar pensar, atender e intervir. Ficou decidido então, que a avaliação, deveria ser em forma de relatório e constituiria em:
* Observar o aluno e registrar seu desenvolvimento e/ou dificuldades, considerando as áreas cognitivas, afetivas, sociais e psicomotoras. Estes registros dariam suporte para a produção de um relatório a respeito das construções do aluno, em períodos de três meses;
* Propor momentos de auto-avaliação;
* Promover espaço para ouvir os pais (responsáveis) dos alunos em relação à sua vida como aluno e à escola como um todo.
Para que esta mudança fosse possível e para que os professores tivessem maior segurança , foi oportunizado um dia de formação sobre este assunto. Luciane Torezan Veigas foi a palestrante escolhida e destacou alguns pontos importantes ao escrever um relatório de avaliação:
* Análise reflexiva do processo de construção do conhecimento da criança;
* Os objetivos norteadores da análise do desenvolvimento da criança devem transparecer no relatório;
* Evidenciar a inter-relação entre objetivos socioafetivos e e cognitivos a serem alcançados.
Nos sentimos inseguros, no entanto, foi muito bom avaliar os alunos desta maneira. No relatórios de avaliação consegui expressar com objetividade e riqueza o processo vivido pelo aluno durante o trimestre. O que deu fundamento a o relatório foi o cotidiano do aluno acompanhado por mim através das anotações de suas descobertas, de suas falas, de suas conquistas que fizeram nas diferentes áreas do conhecimento.